Mas o pior (ou o mais querido) dos casos, estas probabilidades ficam só em um rito nupcial. Uma das várias circunstâncias que são capazes de fazer perigar o equilíbrio de um casal, é o aparecimento de uma doença perigoso.
Um evento que representa um ponto de inflexão pela vida sentimental, que bem pode robustecer, ou terminar selando o ponto desfecho. Um estudo criado pela Universidade de lowa, nos Estados unidos, analisou a taxa de divórcios em casamentos em que um dos cônjuges tinha uma doença importante em comparação com os casais que não têm esse diagnóstico.
- 1996: 272.1498 (5,4%)
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- Diz ser BEA
de acordo com a principal autora do estudo, Amelia Karraker, uma doença representa uma ameaça para a harmonia de um casal, porém os dados não explicam o porquê destas diferenças. Uma das possíveis razões pode ser o porte econômico que costuma vacilar nesse tipo de situações.
Mas quer dizer somente uma mera interpretação. Então, o que realmente acontece, no momento em que uma doença importante, entra em um casal? Pras pessoas solteiras, uma doença como o câncer, explica Marta da Fonte Lago, psicooncóloga e psicóloga do Centro Área Humanae de Madrid, é fisicamente uma vasto insegurança na hora de resistir com o seu lugar.
Em pessoas que têm parceiros, são capazes de aparecer pensamentos do tipo ‘está comigo por pena ou por atribuição’. Tanto em homens como em mulheres, “o principal terror é o de não retornar a ser os mesmos que eram, antes da doença”, acrescenta Feyjóo.
, E não só no câncer, tudo isso pode talvez ser aplicável a qualquer doença perigoso. Muitas mulheres se questionam fisicamente, dessa maneira que há uma separação social dos outros: não me vejo atraente, sendo assim, os outros também não o farão.
Existe um temor de perder o seu papel como mulher, insiste nessa facultativa, e o pior de tudo, é que não verbalizan. Embora elas, o exercem bem mais do que eles. Apenas uma vez passado o pico da doença se começa mais uma vez a prestar atenção e a pretender recuperar as facetas que haviam deixado de lado, como a cota relacional e sentimental. Mas no momento em que isto acontece, confessa Feyjóo, às vezes, é muito árduo retomar a operação.
Em contra do que se possa reflexionar, no caso de solucionar, de romper o relacionamento, são as mulheres que costumam oferecer o passo. E o que se passa com o sexo? Em várias doenças, como por exemplo, em certos tipos de tumores, os tratamentos de quimioterapia conseguem gerar novas disfunções sexuais como pequeno desejo sexual, disfunção erétil e outras dificuldades.
Deste jeito, em diversas ocasiões, tende a suprimir e esquecer a parcela sexual do casal. Contudo, uma das chaves para o modo de recuperação, é que o casal mantenha tendo seus espaços de intimidade. Neste significado, é fundamental a conscientização de que sexo não apenas é idêntico a ligação sexual. Que em uma conexão sexual cabem diversas outras coisas. E para estes momentos íntimos do casal, que não necessitam perder nunca.
