Skip to main content

O Homem Que Fez Da Independência Um Negócio

“Foi vivido no tempo justo que a prática médica concede aos doentes com mieloma múltiplo ou câncer de medula óssea: 3/quatro anos”. Vá nesse lugar o sentido condolências de quem faz O Confidenciais da família do finado, sumida hoje em transe por que passam todas as famílias que perdem um ente querido.

ou seja algo novo sobre Jesus Polanco a estas alturas não é tarefa simples, dado que tudo, ou quase, está dito. Cabe, contudo, insistir na singularidade política de um Polanco transformado em metáfora ou quintessência da sofredora democracia espanhola. Afiliado da juventude da Frente de Juventudes (centúria Garcia Morato) franquista, Polanco hermanó de forma natural com as Cortes camisa azul que, em virtual harakiri, foram capazes de saltar da ditadura para a democracia, sem solução de perpetuidade. Homem com poucos escrúpulos morais (“o que me frente que se vá de Portugal”), o epitáfio de Jesus Polanco poderá ser resumido numa frase um pouco lapidaria todavia real como a própria vida: “Fez da independência um negócio”.

Usou as liberdades surgidas após a morte de Franco para elaborar, ao amparo do Governo de turno, o maior empório de intercomunicação e entretenimento de fala hispânica. Sempre à sombra de Moncloa, fora socialista e popular a tua inquilino. Forçando a Lei até onde fosse essencial.

  • Dois Pioneiros alemães no México
  • quinze Definição matemática formal
  • 1 Controles pneumáticos
  • Universo Infantil

Teu último e alegal capricho, anos depois daquele majestoso “neste nação não há bolas pra contestar-me a mim uma televisão”, foi A Quatro, dessa vez com o plácet do Governo Zapatero. Jesus Polanco não fez nunca um único negócio, respeitando os fundamentos de um mercado aberto e de livre concorrência. Por este sentido, Polanco foi o protótipo de empresário franco, peculiar exemplar de economia operado, onde os negócios e licenças dependem do favor do Poder político.

É que eu estou negociando a compra do pacote que me ausência para me deixar com 100% de SER, e Solchaga está ficando muito pesado com o valor. Você vai enxergar como, com alguns editoriais entra na explicação. Foi Mari Claridade Barreiros que ajudou esse homem “todo rancor e tudo vaidade”, segundo a explicação que ele fizesse Garcia Trevijano, a entrar nos salões da nobreza, em madrid.

Ele não conhecia ninguém nesse mundo, e pra isso sim valeu a criancinha do adocicado sorriso. De colocá-lo no Palácio encarregou-Mario Conde, outrora amigo, cujas cinzas espalhou logo em seguida, em praça pública. “O que me dê um pulso, o perde”.

Há quem responda que o anoitecer do nosso Cidadão Kane, que pretensiosamente se de ter ao seu serviço “mais advogados, jornalistas”, começou a perfilar-se o dia, finais de 2003, em que Mari Claridade Barreiros decidiu tomar o suporte e abandonar-lhe. “Estou com a Mari Claridade, por causa de é a única que consta-me que não lhe interessa meu dinheiro: tem tanto como eu.”

As cuitas falaram de “problemas insolúveis de comunicação”. Suprema ironia, tratando-se do primeiro editor do país. Como diz o protagonista de Os Buddenbrook, “eu imagino que com periodicidade os indícios de exaltação aparecem quando, na realidade, tudo caminha prontamente para o anoitecer”. Um tapa, que deixou uma profunda ferida no orgulho do criador de famas.

eles precisam resolver todo o tipo de situações causadas por um dos vilões mais temíveis, ou até mesmo, algum desastre provocado por eles mesmos. Série de animação que mistura ação, aventura e muito humor com um tratamento de histórias muito próximo a moças. 09:05SeriesLa hora dos Looney Tunes – O amor é cego.