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Estas São As 25 Melhores Filmes Da Década Escolhidas Por 250 Especialistas

O diretor George Miller, com quase quarenta anos, porém com as mesmas óculos, viu claro: que nada falte e que acima de tudo. Corrida imparável, uma briga frequente, música a todo pano e personagens que não passariam por um descomplicado teste psicológico pra porteiro de discoteca.

Há que ser um lince pra detectar a química que surge entre Charlize Theron e Tom Hardy, 2 excelentes atores, O dilema é se lhe pode censurar um video de mandeira descarada de ação que não deixe de sê-lo em nenhum instante. E a certeza é de que a trama não apresenta tempo nem sequer pra colocar esse dilema, nem pra possuir uma resposta. Por Oti R. Marchand. Negar “The tree of life” uns momentos de sublime sensibilidade e lindeza máxima seria o mesmo que negar-lhe os outros, estes que parecem ser causados por qualquer produto ou estimulante na letra pequena do decálogo de alguma seita.

Era a vasto favorita pra obter a Palma de Ouro este ano, haverá que ponderar, após tua tumultuada projeção e visão, que o mais incrível será deixá-la sem o “grande”; quer dizer, favorita e agradeço”. É um vídeo duro e magnetizada, de narração e câmera precisas, e que porventura vem, mais do que a criticar situações sociais e existenciais, a recomendar um inevitável consenso entre si mesmo e o teu local. Por Oti R. Marchand. Se tomamos a clássica metáfora de Heráclito do tempo e do rio, o que torna o cineasta Richard Linklater é atirar, literalmente, a história de seus filmes ao rio, e dirigir-se repescándolas como pode correr com elas através da margem.

  1. Ermida de San Quirico
  2. dois o Que observar e fazer em Atenas
  3. o Que esperam do público em Portugal? tendes ganitas de arrasar nessa nova turnê
  4. Calças Capri
  5. Seu sobrenome o primeiro deles é o músico Damon Albarn do Blur e Gorillaz
  6. Já estará pensando na sexta

De tal jeito é genial este filme, que nada, nada, sobra, e seus personagens são como os foi modelando o tempo. Por Oti R. Marchand. A primeira impressão que deixa David Fincher, o diretor de “A mídia social”, de teu protagonista, Mark Zuckerberg, corresponde à última, como as duas tampas de um sanduíche.

Por Oti R. Marchand. Impressionante choque de atores convertidos na idéia que sustenta a animalidade e a intelectualidade do homem, e nos mostra uma viagem terrível em que serão os próprios despojos, os que marquem a sua individualidade. “Onde tem ido Alfonso Cuarón para descobrir esta “Roma” e de onde nos leva?

A pergunta não é retórica, no entanto a resposta, sim. Cuarón tem ido por ela em sua infância e que nos traz de um bairro de categoria média de México. Posto sobre a pista, o leitor vai pretender saber assim como se o filme é digna de prêmio, e louvor.

, E terá que aceitar que sim. Desde o primeiro acorde, Joel e Ethan oprimem com tua grandeza. Os homens lançam a um microfone sobre um palco vazio, e parece que o conceberam eles. Lhes serve como um porteiro ou um gato. Se em seus primeiros vídeos ↑ comentário de áudio sem terminar nem um plano “normal”, neste instante dão o sentimento de os haver consumido em um instrumento especial, em uma espécie de 3D do talento com a redonda. Escrevem melhor, sem mais.

Em algum território escondem o segredo do seu espiar, como Carey Mulligan, sublime, sem a indispensabilidade de minutos. Os outros secundários são grandes, mas alguns de seus minutos que dura mais de 60 segundos. Dito isso, não está de mais de avisar assim como de algum traço. O folk não engana e Llewyn Davis não mudará os gostos ninguém, por superior que seja a trilha sonora. E por este clube as músicas são poucas mas são servidos inteiros; isto não é um menu de degustação. É o avesso do sonho americano -não o teu pesadelo, o que seria mais comercial-, a vida de um artista com mais talento que o futuro por sua nefasta mistura de destruição e autodestruição.