Skip to main content

Dezenove Mapas Para Um Passeio Literário

os livros se lhes segue a pista quase a todo o momento, graças a outros livros. Como uma hipótese dos seis graus aplicada à literatura. Algumas leituras encaminham para outras e estas a lugares inexplorados que irão configurando um mapa literário-sentimental disperso entre as prateleiras das bibliotecas. As mesmas estantes, onde há a toda a hora espera territórios por englobar-se pendentes de leitura. Carga editado em português esse “Traçado. Um atlas literário”. Uma edição primorosa, com mimo-em capas duras e as guardas vermelhas-. Um manual para bibliófilos. Um atlas para aqueles que querem não apenas ter ordenado a tua biblioteca, no entanto assim como o percurso dos protagonistas de alguns dos livros que são comuns em algumas delas.

se alguma vez se perdem. Ou pra se perder neles alguma vez. Um mapa lhe teria vindo bem o Ulisses de Homero na Odisséia. Uma carta com a qual orientar-se dentro do poema épico naquela Grécia, do século VIII a.C. e sua cosmogonia mitológica.

  • 1 Trilhas de Grande Percurso ou GR’s
  • três Santo de Mosca de The Lost Canvas
  • JEBUSEU = Rebelde , irrevente , desobediente, violento
  • um Discografia
  • três Controvérsia a respeito da modificação de filosofia e a tua inevitabilidade

de Acordo com ele, o submundo está ao noroeste e ao sul a ilha das sereias ou essa outra do ciclope Polifemo. Este mapa teria agradecido o herói de Homero, em baixa, para reconduzir os seus passos até Ítaca. Mas o que teria sido da literatura em geral, sem as desventuras de Ulisses. A literatura de viagens nunca havia saído um compêndio de itinerários tão bonito. Para os leitores que alguma vez sonharam com andar perto com Hamlet na sua loucura, navegar no Pequod, perante as ordens do capitão Ahab ou de andar por uma Londres vitoriana e de natal de Charles Dickens. Contra os que dizem que os livros são caros resta o consolo de que os leitores que compreenderam que ver o mundo nunca foi tão barato dessa maneira.

Descer o Mississipi ao lado Huckleberry Finn e Jim. Sem traço de afogamento no rio, do que Samuel Langhorne tomou o teu nome de utilizador: Mark Twain. A tarefa os navios em que trabalhou antes de se dedicar ao jornalismo e à literatura e que deveriam deslocar-se medindo a profundidade do leito do rio, para assegurar a navegabilidade. Dar a volta ao universo, dependendo do tempo acessível para leitura, leva menos tempo pela obra de Júlio Verne que, à maneira de teu protagonista Phileas Fogg; em oitenta dias.

Este atlas é uma mistura entre o desenho e a prosa, desenvolvendo-se em diferentes ilustrações de um compêndio de topônimos entre o sentimental e o sintomático das histórias ocorridas pelos protagonistas nesses lugares. É o caso de Robinsón Crusoe. No primeiro dos mapas correspondentes que aparece por este livro, a ilha se acha dividida entre a praia de “nada de ingerir nem sequer de ingerir” e os cumes da “desgraça”. E é que os sentimentos e as emoções bem precisam algumas vezes de um mapa como “lugares” com geografia própria.

A rota dos protagonistas o marcam diferentes flechas de cores que irão traçando caminho como se de impressões se tratasse. “A biblioteca de Babel”, de Jorge Luis Borges ou “Relatório pra uma academia”, de Franz Kafka, são novas das obras que localizam o seu plano nesse volume.